blogIoT

titulo blogIoT

O Roteiro do Brasil para a Era das Coisas Inteligentes

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit, Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit



Mário Neto


Você já parou para pensar em como o Brasil está se preparando para a revolução da Internet das Coisas (IoT)? Para que cidades inteligentes, fazendas conectadas e indústrias 4.0 se tornem realidade, não basta apenas tecnologia; é preciso estratégia e viabilidade econômica. Hoje, vamos entender um pouco sobre o Plano Nacional de Internet das Coisas.

Tudo começa com uma estratégia de Estado. O Decreto nº 9.854/2019 instituiu o Plano Nacional de Internet das Coisas, com o objetivo de implementar e desenvolver essa tecnologia no País com base na livre concorrência e livre circulação de dados. O Plano traz definições fundamentais para o setor:

  • IoT: Definida como a infraestrutura que integra serviços com capacidades de conexão física ou virtual de "coisas"
  • Coisas: São objetos do mundo físico ou digital que podem ser identificados e integrados pelas redes
  • Dispositivos: Equipamentos que obrigatoriamente possuem capacidade de comunicação e, opcionalmente, podem sensoriar, atuar e processar dados

O decreto estabelece que o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações deve priorizar os ambientes de saúde, cidades, indústrias e rural. O objetivo é melhorar a qualidade de vida, aumentar a produtividade e promover a inserção do Brasil no cenário internacional de inovação

Para gerenciar tudo isso, foi criada a Câmara IoT, um órgão de assessoramento responsável por monitorar as iniciativas e fomentar parcerias entre entidades públicas e privadas

Um plano estratégico, por mais brilhante que seja, precisa ser financeiramente viável. O próprio Decreto nº 9.854 já previa que a viabilidade econômica e a infraestrutura de conectividade eram temas centrais para o plano de ação

É aqui que entram as leis de incentivo tributário. Como discutimos em nossa conversa, muitas tecnologias, como o LoRaWAN, já possuem vantagens por operarem em frequências de radiação restrita, o que muitas vezes as isenta de licenciamento individual de estação. Porém, para sistemas que dependem de redes licenciadas ou satélites, o custo poderia ser proibitivo.


;